"Odeio e detesto a falsidade, mas amo a tua lei. Sete vezes por dia te louvarei, porque teus estatutos são justos" – Salmos 119:163,164

A declaração do salmista de rejeição à falsidade, talvez como nunca em toda a história, nos soa extremamente familiar. Vivemos em uma sociedade guiada pela aparência, nossa comunicação mais eficaz é a visual. Como disse alguém certa vez: “uma imagem vale mais que mil palavras”.

O grande problema, no entanto, é quando a imagem é falsa, quando a comunicação que se deseja estabelecer está fundamentada em uma realidade que não existe.

Cinco minutos avançando o feed de alguma grande rede social e você já estará totalmente deprimido pela certeza de que jamais será como o outro, viverá como o outro e se alegrará como o outro.

No extremo oposto, entretanto, está a Palavra de Deus, os preceitos eternos. Dela emana a verdade do Pai, que não apenas nos revela a Sua soberana vontade, mas também nos leva a compreender quem somos e qual é a nossa identidade em Cristo.

Devemos rejeitar a falsidade não apenas intelectualmente, mas em um nível mais profundo, devemos rejeitá-la ao aceitar e reconhecer quem somos em Cristo, sem sentir que estamos sendo forçados a atender as expectativas de uma sociedade visualmente falsa.

Não sou o que o outro diz, não sou o que os rótulos estampam, sou quem Cristo diz que sou. Tal verdade é libertadora, pois solta o coração das amarras criadas pelo mundo em sua tentativa de encontrar sentido para a existência longe de Deus.

Quando avançamos na compreensão da verdade promovida pela Palavra em todos os aspectos de nossa existência iremos, assim como o salmista, encher nossos corações de alegria e louvor pela justiça eterna e pela grandiosa graça revelada por Deus através de Sua santa palavra.

Que Deus lhe abençoe.