Devocional #18 - Cremos em Jesus Cristo, que julgará vivos e mortos

"Quando o Filho do homem vier em sua glória, com todos os anjos, assentar-se-á em seu trono na glória celestial" — Mateus 25:31

"Quando o Filho do homem vier em sua glória, com todos os anjos, assentar-se-á em seu trono na glória celestial. Todas as nações serão reunidas diante dele, e ele separará umas das outras como o pastor separa as ovelhas dos bodes. E colocará as ovelhas à sua direita e os bodes à sua esquerda” — Mateus 25:31-33

Antes de avançar para a ênfase no Espírito Santo, o Credo Apostólico fundamenta outro ponto essencial da fé cristã: a esperança escatológica. Cristo não apenas encarnou, padeceu, ressuscitou e ascendeu aos céus como ato final do plano de Deus.

O drama do plano de salvação encontra-se num hiato, a Igreja desfruta das bênçãos conquistadas por Cristo na cruz, no entanto, ainda não plenamente. Vivemos entre o agora e o ainda não. Desfrutamos do Reino de Deus hoje, mas não de forma completa e plena, temos a vitória sobre o pecado garantida em Cristo, mas ainda não o vencemos em definitivo.

Crer no retorno do Cordeiro é tão essencial quanto crer em sua morte e ressurreição. Nossa percepção escatológica irá, inevitavelmente, interferir em nossa prática de fé.

Se cremos que não há mais solução para o mundo, inevitavelmente minaremos qualquer fundamento para viver uma vida que glorifica a Deus nesta realidade, mas se nossa fé estiver firmemente fundamentada na certeza de que Cristo já conquistou para si a vitória sobre todas as potestades e debaixo de seu cetro todo o universo foi subjugado então não temeremos os dias maus, mas avançaremos vivendo para a glória do Cordeiro.

“Creio [...] em Jesus Cristo [que] subiu aos céus de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos”. O Senhor não retornará como um homem humilde e vulnerável, não existe a possibilidade teorizada pelo mundo de que “se Jesus voltasse hoje seria novamente crucificado”.

Ele não vem como o Cordeiro de Deus, como sacrifício ofertado para nossa propiciação, mas sim como o Christus Victor, Senhor soberano, que julgará a vivos e a mortos. Ele retornará como juiz, trará a juízo todos os homens, tanto os que glorificaram Seu nome, quanto os que blasfemaram.

Não haverá palavra de oposição, não existirá argumentos, desculpas ou jeitinhos, pois “Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” (Filipenses 2:9-11).

Cercados por uma sociedade corrupta, por um sistema político sujo, um judiciário corrompido e por toda sorte de injustiça e crueldade a esperança da Parusia, a vinda do Filho do Homem em poder e grande glória, aquece o coração e nos conforta com a certeza de que não há transgressão, injustiça, propina ou negociatas que passará impune diante do Santo juiz.

“Creio [...] em Jesus Cristo [que] subiu aos céus de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos”, Ele vem. “Ora vem, Senhor Jesus” (Apocalipse 22:20 — ACF).

Que Deus lhe abençoe.

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